Onde tudo era instável
Nem todo caminho começa em terreno firme.
Cresci entre casas, parentes e ausências.
Aprendi cedo a me adaptar,
mas ainda não sabia onde pertencer.
Referências que formaram meu caráter e inspiram meu caminho no judô.
Essa seção não é ranking nem exibição: é reconhecimento público de legado. Quem forma um sensei também faz parte do que ele se torna.
Estes senseis não apenas ensinaram judô. Eles estiveram presentes quando a vida exigiu mais do que técnica. Minha gratidão é eterna.
Gratidão por ter acreditado, acolhido e ensinado quando eu mais precisei. Parte do que sou no tatame vem do que aprendi com você.
@sensei.claudioleonardo
Obrigado por confiar, orientar e abrir caminhos. Ensinar se tornou propósito a partir do que aprendi ao seu lado.
@judoclubesoleraAlém daqueles que caminharam comigo, há senseis que me inspiram pela postura, pelo ensino e pela forma como representam o judô.
Inspiração pela postura, pelo respeito ao judô e pelo compromisso com a formação humana.
@deridesdecastro
Inspiração pela postura, pelo respeito ao judô e pelo compromisso com a formação humana.
@heliodeooliveiraazho
Inspiração pela postura, pelo respeito ao judô e pelo compromisso com a formação humana.
@alexandrexrcunhaSigo o legado daqueles que me ensinaram pelo exemplo. Tudo o que faço no tatame é uma tentativa de honrar o que recebi: a forma de ensinar, de ouvir e de cuidar dos alunos. Se algo permanece no meu judô, é porque primeiro foi vivido por eles.
Equipe & História · 2017 → hoje
Minha jornada como professor começa em 2017, dando forma a uma história construída com responsabilidade, compromisso e o desejo de ensinar como aprendi.
Em 2017 iniciei meu trabalho como professor de judô na academia MrFit. Naquele momento, ainda faixa marrom, o medo e a insegurança estavam presentes. Mesmo assim, segui com o respaldo e a confiança do meu professor para conduzir aqueles alunos. Desde o início, meu compromisso foi oferecer um ensino sério, responsável e respeitoso, priorizando a formação humana antes de qualquer resultado.
Em 2018 veio a graduação à faixa preta, marcando uma nova etapa de responsabilidade no ensino. Nesse mesmo período, passamos para um novo dojô. Um espaço menor, simples, mas cheio de esperança, onde o trabalho continuou a se estruturar com base na disciplina, na constância e no cuidado com os alunos.
Em 2019 houve a expansão para um dojô maior, reflexo da evolução do trabalho e da confiança construída com os alunos e famílias. Pouco tempo depois, fomos surpreendidos pela pandemia, que interrompeu treinos, rotinas e planos, exigindo paciência, adaptação e resiliência.
Após o período mais crítico da pandemia, em 2021 retomamos as atividades de forma gradual, inicialmente no teto da minha própria casa. Com o tempo, conseguimos avançar para um espaço ainda maior, reafirmando que o judô não depende apenas de estrutura, mas de compromisso e continuidade.
Em 2022 recebi a graduação ao 2º Dan, um marco que representou amadurecimento técnico e pedagógico. Esse momento reforçou minha responsabilidade como professor e formador, consolidando valores que busco transmitir diariamente no tatame.
Em 2023 iniciamos, em paralelo, um trabalho em Paraty, apoiando um grupo de judocas que estavam sem sensei. Com o tempo, esse grupo passou a integrar o Judô Clube Solera (JCS), fortalecendo o senso de equipe, pertencimento e continuidade do ensino. Nesse mesmo período, atuamos no Clube do Frade e realizamos a 1ª Copa Solera de Judô, um evento marcante e de grande sucesso. Apesar dos resultados positivos, enfrentamos dificuldades estruturais que nos levaram a buscar novos caminhos para manter o trabalho com dignidade.
Em 2024 alcançamos um momento histórico: a formação do primeiro faixa preta formado integralmente sob minha orientação, João Vitor Euzébio Santos. Esse marco simboliza um ciclo completo de ensino, acompanhamento e responsabilidade, refletindo o compromisso com a formação sólida e contínua dos alunos.
Em 2025, com a perda do espaço no Frade, me mudei para Volta Redonda, onde atualmente sigo lecionando judô, por enquanto, na Academia 63. Um novo ciclo se inicia, mantendo os mesmos valores, a mesma postura e o mesmo propósito no ensino do judô.
Minha jornada no judô é construída pela constância, pelo respeito ao caminho e pela responsabilidade de ensinar como aprendi.
Agende uma visita ao dojô, converse sobre aulas particulares ou convites para demonstrações. Rua Argentina, 63 - Vila Americana - Volta Redonda/RJ.